Galeria
Clique nas imagens para ampliar
Treinamento de segurança do trabalho: guia completo sobre NRs, capacitação e conformidade
Para empresas que precisam estruturar suas rotinas, treinamento de segurança do trabalho deve ser analisado de acordo com as atividades, os riscos ocupacionais e os documentos aplicáveis.
O que é treinamento de segurança do trabalho e por que ele é importante?
O treinamento de segurança do trabalho é uma capacitação planejada para orientar trabalhadores sobre os perigos, riscos ocupacionais, medidas preventivas e procedimentos seguros relacionados às suas atividades.
Mais do que transmitir informações, ele prepara as pessoas para reconhecer situações de risco, utilizar corretamente os recursos de proteção e agir de forma adequada durante a execução do trabalho ou diante de uma emergência.
Em resumo: treinamento de segurança do trabalho é a capacitação dos trabalhadores de acordo com os riscos da função, do ambiente e dos processos da empresa.
Seu conteúdo deve considerar as exigências das Normas Regulamentadoras aplicáveis e ser mantido atualizado conforme mudanças nas atividades, nos equipamentos, nos procedimentos e na legislação vigente.
Qual é a importância dessa capacitação?
A prevenção depende de medidas organizacionais, técnicas e comportamentais.
O trabalhador precisa compreender não apenas qual conduta é esperada, mas também por que determinado procedimento existe e quais consequências podem surgir quando os controles não são seguidos.
Um treinamento bem direcionado pode contribuir para que a equipe:
- identifique perigos presentes no ambiente e na execução das tarefas;
- reconheça os riscos ocupacionais associados à própria função;
- aplique procedimentos de trabalho mais seguros;
- utilize equipamentos de proteção individual e coletiva conforme a orientação aplicável;
- saiba como comunicar condições inseguras e ocorrências;
- compreenda suas responsabilidades e as responsabilidades do empregador;
- esteja preparada para seguir orientações de emergência compatíveis com a operação.
A capacitação também ajuda a transformar as informações levantadas na gestão de riscos em orientações práticas para quem realiza as atividades.
Por isso, não deve ser tratada como uma ação genérica, isolada ou igual para todos os setores.
O conteúdo precisa estar relacionado à realidade da empresa, às funções exercidas, aos equipamentos utilizados e aos perigos identificados.
Conscientização é diferente de capacitação obrigatória
A empresa pode realizar campanhas, diálogos de segurança e ações de conscientização para reforçar comportamentos preventivos.
Essas iniciativas são importantes para fortalecer a cultura de segurança, mas não substituem automaticamente uma capacitação exigida por uma Norma Regulamentadora ou por uma condição específica de trabalho.
A capacitação obrigatória normalmente envolve escopo definido, conteúdo compatível com a atividade, orientação de profissional habilitado ou qualificado quando aplicável, controle de participação e registros documentais.
Os requisitos variam conforme a norma, o risco e a situação ocupacional.
Por essa razão, a empresa deve consultar a versão vigente da NR correspondente e validar a necessidade com os responsáveis técnicos.
Também é importante diferenciar treinamento ocupacional de integração de segurança e DDS.
A integração costuma apresentar regras gerais, perigos básicos e procedimentos da empresa para trabalhadores recém-admitidos ou terceiros.
O DDS é uma conversa breve e recorrente sobre temas de segurança.
Ambos podem complementar a prevenção, mas não substituem treinamentos normativos específicos quando estes forem aplicáveis.
Quem deve participar?
A definição do público depende das atividades e dos riscos existentes.
Podem participar trabalhadores próprios, gestores, supervisores, integrantes de equipes operacionais e, conforme o contexto, terceiros ou prestadores que tenham contato com as instalações, processos ou equipamentos da empresa.
O empregador deve avaliar quais funções exigem capacitação inicial, quais trabalhadores precisam de atualização e em que situações uma reciclagem deve ser considerada.
Mudanças de função, introdução de novos equipamentos, alteração de processos, ocorrência de incidentes e identificação de novos perigos são exemplos de situações que podem indicar a necessidade de revisar a formação recebida.
O treinamento também deve ser compreensível para o público participante.
Linguagem, recursos didáticos, duração, modalidade e atividades práticas precisam ser compatíveis com o conteúdo e com a complexidade do risco.
Quando houver necessidade de demonstração ou exercício prático, a empresa deve verificar se o formato escolhido permite cumprir adequadamente essa etapa.
Como a capacitação se relaciona à gestão de riscos?
O treinamento deve dialogar com a gestão de Saúde e Segurança do Trabalho.
De modo geral, a identificação de perigos e a avaliação de riscos ajudam a indicar quais conhecimentos e comportamentos precisam ser desenvolvidos pelos trabalhadores.
Um fluxo de análise pode considerar:
- quais atividades são realizadas e por quem;
- quais perigos estão presentes em cada etapa;
- quais medidas de prevenção já existem;
- quais funções utilizam máquinas, equipamentos, instalações ou produtos que exigem orientação específica;
- quais Normas Regulamentadoras podem ser aplicáveis;
- quais treinamentos, registros e atualizações devem ser acompanhados.
O PGR é uma referência importante para compreender os riscos ocupacionais da organização, mas não substitui o treinamento.
Da mesma forma, a capacitação não substitui medidas de engenharia, procedimentos operacionais, fornecimento de equipamentos adequados ou acompanhamento das condições de trabalho.
Cada elemento cumpre uma função dentro do sistema de prevenção.
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional atua desde 2019 com soluções em Saúde e Segurança do Trabalho e atendimento nacional.
A empresa oferece treinamentos de Normas Regulamentadoras adaptados à atividade, aos riscos e às necessidades identificadas, com possibilidade de atendimento presencial ou online.
A definição do escopo deve ser avaliada conforme a realidade de cada empresa e a versão normativa vigente.
Para entender quais capacitações fazem sentido no seu caso, consulte a WJR sobre uma avaliação das necessidades da empresa, considerando funções, atividades, riscos ocupacionais e integração com os demais processos de Segurança do Trabalho.
Como identificar quais normas regulamentadoras se aplicam à empresa?
A escolha das Normas Regulamentadoras aplicáveis deve partir da realidade da operação e dos riscos ocupacionais existentes.
Não basta selecionar uma lista genérica de treinamentos: é necessário analisar as atividades realizadas, as funções envolvidas, os equipamentos utilizados, o ambiente de trabalho e as exigências relacionadas a cada perigo identificado.
Esse mapeamento tem caráter técnico e deve ser validado por profissionais responsáveis pela Segurança e Saúde do Trabalho.
As orientações abaixo ajudam o RH e a gestão a organizar o diagnóstico inicial, mas não substituem uma avaliação profissional nem a consulta à versão vigente das NRs.
Checklist de diagnóstico
Antes de definir quais capacitações serão necessárias, verifique:
- Quais atividades são realizadas na empresa e como elas são executadas na prática.
- Quais funções estão expostas a perigos ocupacionais ou desempenham tarefas críticas.
- Quais máquinas, equipamentos, ferramentas, veículos, instalações e sistemas são utilizados.
- Se existem atividades com eletricidade, trabalho em altura, espaços confinados, movimentação de cargas, produtos químicos, inflamáveis ou outros riscos específicos.
- Quais medidas de prevenção já estão implantadas e quais dependem de orientação ou capacitação dos trabalhadores.
- Se há empregados próprios, temporários, terceiros ou prestadores que precisam receber instruções antes de iniciar suas atividades.
- Se ocorreram mudanças recentes em processos, equipamentos, layout, instalações, composição das equipes ou organização do trabalho.
- Quais treinamentos iniciais, periódicos, eventuais ou de reciclagem já foram realizados e estão documentados.
- Se os certificados, listas de presença e demais registros correspondem às funções e atividades atualmente executadas.
- Se a edição vigente de cada norma apresenta requisitos específicos para conteúdo, modalidade, avaliação, instrutor ou atualização.
Fatores que influenciam a escolha das NRs
A atividade econômica da empresa é um ponto de partida, mas não determina sozinha todos os treinamentos necessários.
Duas organizações do mesmo setor podem ter exposições diferentes devido ao porte, aos processos internos, aos equipamentos empregados, ao grau de automação, às instalações e à forma de organização do trabalho.
Os principais fatores de análise incluem:
- Perigos e riscos: a identificação deve considerar fontes capazes de causar lesões, doenças ou outros danos relacionados ao trabalho.
- Função e tarefa: o treinamento precisa estar relacionado ao que o trabalhador efetivamente faz e ao nível de responsabilidade que possui.
- Ambiente de trabalho: condições físicas, áreas de circulação, instalações e interação entre equipes podem alterar a necessidade de controles e capacitações.
- Equipamentos e instalações: máquinas, sistemas elétricos, plataformas, ferramentas e dispositivos de proteção podem exigir conhecimentos específicos.
- Exposição ocupacional: frequência, intensidade, duração e forma de contato com determinado perigo ajudam a orientar a avaliação.
- Mudanças operacionais: alterações de processo, função, equipamento ou risco podem exigir revisão da capacitação anterior.
- Requisitos específicos: algumas NRs estabelecem orientações próprias para determinadas atividades, trabalhadores ou situações de emergência.
- Gestão de terceiros: contratos e atividades compartilhadas devem ser avaliados para evitar lacunas de informação e responsabilidade.
Relação entre PGR e definição dos treinamentos
O Programa de Gerenciamento de Riscos é uma referência importante para conectar os perigos identificados às medidas de prevenção.
A partir do inventário de riscos e do plano de ação, a empresa pode verificar quais controles dependem de conhecimento, habilidade ou comportamento seguro dos trabalhadores.
O fluxo pode ser organizado assim:
- Identificar os perigos presentes nas atividades e nos ambientes.
- Avaliar os riscos associados às funções e tarefas.
- Definir medidas de prevenção e controles necessários.
- Verificar quais trabalhadores precisam ser capacitados para aplicar esses controles.
- Selecionar as NRs e os conteúdos compatíveis com cada situação.
- Registrar a capacitação e acompanhar a necessidade de atualização.
O treinamento não substitui medidas de engenharia, proteção coletiva, manutenção, procedimentos ou fornecimento adequado de equipamentos.
Da mesma forma, a existência de um certificado não comprova, por si só, que todos os riscos estão controlados.
A capacitação deve fazer parte de um conjunto coerente de ações de prevenção.
Para aprofundar essa relação, consulte também a página interna sobre PGR e verifique como o inventário de riscos pode apoiar o planejamento das capacitações.
Exemplos genéricos por tipo de atividade
Em uma operação administrativa, a análise pode se concentrar nos riscos do ambiente, na organização do trabalho, em situações de emergência e nas atividades específicas eventualmente realizadas fora do escritório.
Isso não significa que uma NR determinada se aplique automaticamente a toda empresa administrativa.
Em uma obra ou atividade de construção, podem existir tarefas com trabalho em altura, máquinas, movimentação de materiais, instalações elétricas e circulação em áreas de risco.
A necessidade de treinamento dependerá das atividades realmente executadas, dos equipamentos utilizados e dos perigos registrados.
Em uma indústria, o diagnóstico pode envolver máquinas, instalações elétricas, produtos químicos, manutenção, movimentação de cargas e procedimentos de emergência.
A seleção das NRs deve considerar os processos e as funções expostas, não apenas o segmento econômico informado no cadastro da empresa.
Em uma empresa de tecnologia, comércio ou serviços, podem existir atividades predominantemente administrativas, mas também operações em depósitos, áreas técnicas, manutenção, entregas, instalações elétricas ou atendimento em campo.
Por isso, o enquadramento não deve ser presumido apenas pelo nome do setor.
Esses exemplos são educacionais e não representam enquadramento automático.
A confirmação depende da avaliação do cenário ocupacional e da versão normativa vigente.
Como a WJR pode apoiar esse levantamento?
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional adapta os treinamentos conforme a atividade, os riscos e a necessidade de cada empresa.
Com atuação desde 2019 e atendimento nacional, a empresa pode ser consultada para orientar a identificação do escopo adequado, considerando demandas individuais ou em grupos e a integração com outras ações de Segurança e Saúde do Trabalho.
Ao solicitar uma avaliação, informe as atividades realizadas, as funções envolvidas, os equipamentos utilizados, os registros existentes e as mudanças recentes na operação.
Assim, a definição das capacitações pode ser analisada de forma mais consistente e alinhada ao PGR, sem tratar uma lista genérica de NRs como solução universal.
Principais treinamentos de NRs e suas aplicações
As Normas Regulamentadoras orientam medidas de prevenção relacionadas a diferentes atividades, ambientes e riscos ocupacionais.
Por isso, os treinamentos de segurança do trabalho devem ser definidos a partir das funções exercidas, dos perigos identificados e das exigências aplicáveis a cada operação — e não apenas por uma lista genérica de cursos.
A seguir, estão algumas das capacitações oferecidas pela WJR Segurança e Saúde Ocupacional.
A relação é educativa e não exaustiva: a necessidade de cada treinamento depende do cenário ocupacional, da atividade realizada e da versão vigente da norma correspondente.
NR-01: disposições gerais e gerenciamento de riscos ocupacionais
A capacitação relacionada à NR-01 pode apoiar a compreensão dos trabalhadores sobre responsabilidades, perigos, riscos ocupacionais e medidas de prevenção adotadas pela organização.
Seu conteúdo deve estar coerente com a realidade da empresa e com as orientações aplicáveis ao gerenciamento de riscos ocupacionais.
Na prática, o treinamento pode ajudar o trabalhador a reconhecer os principais riscos de sua atividade, compreender procedimentos internos e saber como contribuir para a prevenção.
A abordagem deve considerar a função, o ambiente de trabalho e as medidas previstas no gerenciamento de riscos, sem substituir a avaliação técnica da empresa.
NR-05: CIPA e prevenção de acidentes e assédio
O treinamento relacionado à NR-05 é direcionado às responsabilidades e à atuação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio, conhecida como CIPA, conforme a organização aplicável à empresa e a versão vigente da norma.
A capacitação pode abordar a identificação de riscos, a participação dos representantes, ações preventivas e a comunicação de situações que possam afetar a saúde e a segurança no trabalho.
O conteúdo, o público e a forma de realização devem ser definidos de acordo com o enquadramento e as exigências normativas aplicáveis.
NR-06: equipamentos de proteção individual
A NR-06 está relacionada aos Equipamentos de Proteção Individual, os EPIs, e às responsabilidades envolvidas em sua utilização.
O treinamento pode orientar os trabalhadores sobre a finalidade do equipamento, a forma adequada de uso, conservação, limitações e comunicação de problemas, sempre considerando os riscos da atividade e os equipamentos efetivamente adotados pela empresa.
A capacitação sobre EPI não deve ser tratada como uma ação isolada.
Ela precisa estar alinhada às medidas de prevenção definidas para a operação e às orientações internas sobre fornecimento, uso e controle dos equipamentos.
A seleção do EPI e as obrigações correspondentes devem ser avaliadas conforme a situação ocupacional e a regulamentação vigente.
NR-10: segurança em instalações e serviços com eletricidade
A NR-10 trata de aspectos de segurança relacionados a instalações e serviços com eletricidade.
A necessidade de capacitação depende das atividades desempenhadas, do contato ou da proximidade com instalações elétricas, das responsabilidades atribuídas e das condições reais de trabalho.
Por envolver riscos específicos, o treinamento deve considerar conteúdo compatível com a função e com as atividades realizadas.
Quando houver necessidade de demonstrações ou práticas, elas devem ser planejadas de modo coerente com o escopo da capacitação e com as condições de segurança da empresa.
A aplicação da NR-10 não deve ser presumida apenas pelo setor econômico: é necessário analisar as tarefas e a exposição ocupacional.
Visão geral das aplicações
Norma ou tema
Aplicação genérica
O que deve ser analisado
NR-01
Orientação sobre riscos ocupacionais, prevenção e responsabilidades
Funções, perigos identificados e medidas previstas no gerenciamento de riscos
NR-05
Capacitação relacionada à CIPA e à prevenção
Estrutura aplicável à empresa, participantes e responsabilidades
NR-06
Orientação sobre uso e cuidados com EPI
Riscos da atividade, equipamentos adotados e procedimentos internos
NR-10
Segurança em instalações e serviços com eletricidade
Atividades executadas, exposição, instalações e nível de responsabilidade
Esse quadro serve como ponto de partida para um levantamento interno.
Ele não confirma, por si só, o enquadramento da empresa nem substitui a análise do ambiente de trabalho, dos documentos de Saúde e Segurança do Trabalho e da versão vigente de cada NR.
Como escolher a capacitação adequada?
Antes de contratar um treinamento, a empresa pode verificar:
- quais funções realizam atividades com riscos específicos;
- quais perigos e medidas de prevenção estão identificados no PGR;
- se existem equipamentos, instalações ou processos que exigem conhecimento especializado;
- quais trabalhadores precisam de capacitação inicial, atualização ou reciclagem;
- se o conteúdo prevê abordagem teórica, prática ou ambas;
- como serão registrados os participantes, a avaliação e a conclusão do treinamento;
- se a norma aplicável teve atualização que altere o conteúdo ou os procedimentos;
- quais treinamentos precisam ser articulados com procedimentos internos e outras ações de SST.
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional oferece treinamentos de NR-01, NR-05, NR-06, NR-10 e outras NRs conforme a necessidade identificada.
A empresa atua desde 2019, atende nacionalmente e adapta as capacitações à atividade, aos riscos e ao perfil da organização, com possibilidade de realização presencial ou online.
A modalidade e o escopo devem ser definidos após a análise da demanda e das exigências aplicáveis.
Orientações sobre a escolha da NR
Toda empresa precisa realizar os mesmos treinamentos?
Não.
A necessidade varia conforme as atividades, os riscos ocupacionais, as funções, os equipamentos, as instalações e as exigências aplicáveis.
A lista de NRs deve ser confirmada a partir de uma avaliação da operação e da versão vigente das normas.
Um treinamento de NR substitui todos os outros?
Não.
Cada capacitação possui finalidade própria.
Um treinamento relacionado à CIPA, por exemplo, não substitui uma capacitação específica sobre EPI ou eletricidade quando essas exigências forem aplicáveis à atividade.
O conteúdo precisa ter parte prática?
Depende do escopo da capacitação, do risco envolvido e da exigência aplicável.
Quando a atividade exigir demonstração ou exercício prático, a empresa deve confirmar como essa etapa será realizada e registrada pelo fornecedor.
A capacitação inicial é suficiente para sempre?
Não é seguro presumir isso.
Mudanças de função, processos, equipamentos, instalações, riscos ou requisitos normativos podem indicar a necessidade de atualização ou reciclagem.
A empresa deve acompanhar essas alterações e consultar a norma correspondente e os responsáveis técnicos.
Para definir quais treinamentos são pertinentes, a empresa pode solicitar à WJR uma avaliação do escopo, das funções envolvidas, da modalidade desejada e da integração com os demais processos de Segurança do Trabalho.
Como funciona a capacitação presencial e online?
A capacitação em Segurança do Trabalho pode ser realizada presencialmente ou online, mas a escolha da modalidade deve considerar o conteúdo da Norma Regulamentadora aplicável, os riscos da atividade, a necessidade de demonstração prática e as condições dos trabalhadores.
Não existe um formato único adequado para todas as situações.
Treinamento presencial
Na modalidade presencial, o instrutor e os trabalhadores participam no mesmo ambiente.
Esse formato pode facilitar a interação, a observação direta das atividades e a demonstração de procedimentos, equipamentos e medidas preventivas.
Também permite esclarecer dúvidas durante a execução de exercícios e avaliar a participação de forma mais próxima.
O treinamento presencial pode ser especialmente relevante quando o conteúdo exige prática, simulação, demonstração de uso de equipamentos ou familiarização com as condições específicas do ambiente de trabalho.
A realização nas instalações da empresa também pode ajudar a relacionar o conteúdo aos riscos presentes na operação, desde que o local ofereça condições adequadas para a atividade.
Treinamento online
O treinamento online utiliza recursos digitais para apresentar conteúdos, promover a interação com o instrutor e registrar a participação dos trabalhadores.
Pode oferecer flexibilidade para empresas com equipes em diferentes localidades ou com dificuldade de reunir todos os participantes no mesmo espaço.
Antes de optar pelo formato online, é importante verificar se a capacitação prevista pode ser realizada dessa maneira e se o conteúdo será suficiente para atender à necessidade identificada.
Quando houver exigência de prática, demonstração ou avaliação específica, a empresa deve confirmar como essa etapa será conduzida e documentada.
O formato online também requer condições mínimas de participação, como acesso à plataforma ou ao ambiente virtual, equipamento compatível, conexão adequada e disponibilidade dos trabalhadores durante a capacitação.
A empresa deve evitar que o acesso ao conteúdo seja tratado apenas como uma formalidade, sem acompanhamento da participação e da compreensão dos temas apresentados.
Comparação entre as modalidades
A modalidade presencial tende a favorecer a demonstração direta, a interação no ambiente de trabalho e a observação de atividades práticas.
A modalidade online pode facilitar a participação de equipes distribuídas e a organização de encontros virtuais, desde que seja compatível com o escopo do treinamento.
A decisão deve considerar:
- conteúdo programático e objetivo da capacitação;
- riscos ocupacionais relacionados à função;
- necessidade de atividade prática ou simulação;
- quantidade e localização dos trabalhadores;
- condições de acesso e participação no formato online;
- disponibilidade de espaço e recursos para o formato presencial;
- forma de avaliação da aprendizagem;
- registros necessários para comprovar a capacitação;
- exigências da Norma Regulamentadora aplicável e sua versão vigente.
A escolha não deve ser feita apenas pela conveniência logística.
Um treinamento de segurança do trabalho precisa ser coerente com a atividade, os riscos identificados e as medidas preventivas que os trabalhadores deverão aplicar.
Checklist de infraestrutura e participação
Antes da contratação ou do agendamento, a empresa pode conferir os seguintes pontos:
- quais funções participarão e quais riscos estão associados a elas;
- se o conteúdo exige demonstração, exercício ou atividade prática;
- se o ambiente presencial é seguro, adequado e compatível com a capacitação;
- se há equipamentos, materiais ou recursos necessários para a demonstração;
- se todos os participantes terão acesso ao ambiente virtual, quando aplicável;
- como serão controladas a presença, a participação e a avaliação;
- quem acompanhará a organização dos trabalhadores;
- como serão armazenados os registros e certificados;
- se o escopo contratado contempla as etapas teóricas e práticas necessárias.
Esses cuidados ajudam o RH e os responsáveis pela gestão de Segurança do Trabalho a evitar uma contratação genérica.
A análise deve ser feita em conjunto com os riscos identificados e com as exigências da capacitação aplicável.
Como tratar as atividades práticas?
Quando a capacitação exigir prática, a empresa deve confirmar previamente o objetivo dessa etapa, o ambiente em que será realizada, os recursos necessários, a supervisão do instrutor e a forma de registro.
A prática pode envolver demonstração de procedimentos, reconhecimento de riscos, uso adequado de equipamentos ou resposta a situações relacionadas à atividade, conforme o escopo definido para o treinamento.
A atividade prática não deve ser presumida como atendida apenas pela exibição de um vídeo ou pela leitura de um material.
É necessário verificar se a proposta de capacitação contempla efetivamente a participação dos trabalhadores e se atende à exigência normativa correspondente.
Como a WJR pode apoiar a escolha?
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional disponibiliza treinamentos presenciais e online e pode realizar capacitações nas instalações da empresa quando necessário.
A modalidade é avaliada de acordo com a atividade, os riscos e a necessidade de cada organização, sem presumir que o mesmo formato seja adequado para todas as NRs ou operações.
A empresa também pode solicitar orientação sobre o escopo da capacitação, a modalidade indicada, a necessidade de atividades práticas e os registros que deverão ser organizados.
Com atuação desde 2019 e atendimento nacional, a WJR atende demandas de empresas com colaboradores em diferentes regiões e integra os treinamentos às demais necessidades de Segurança e Saúde do Trabalho, quando aplicável.
Antes de definir o formato, consulte a WJR sobre a modalidade adequada à sua empresa, o conteúdo previsto, as condições de participação e a necessidade de prática.
A validação deve considerar a Norma Regulamentadora vigente e as características reais da operação.
Treinamento inicial, reciclagem e atualização de conhecimentos
A capacitação ocupacional precisa acompanhar a realidade do trabalho.
Por isso, treinamento inicial, reciclagem e atualização não são expressões equivalentes: cada modalidade responde a um momento diferente da relação entre trabalhador, função, processo e risco ocupacional.
A empresa deve considerar a Norma Regulamentadora aplicável, as características da atividade e as orientações dos responsáveis técnicos antes de definir o conteúdo e a periodicidade necessária.
Diferenças entre treinamento inicial, reciclagem e atualização
- Treinamento inicial: capacitação realizada antes ou no início da execução de uma atividade que exige conhecimentos específicos de segurança. Seu objetivo é preparar o trabalhador para reconhecer perigos, seguir procedimentos, utilizar medidas de prevenção e atuar dentro dos limites da função.
- Reciclagem: retomada estruturada de conhecimentos já abordados. Pode ser necessária quando a norma aplicável determinar, quando houver mudança relevante no cenário de trabalho ou quando a avaliação interna indicar necessidade de reforço.
- Atualização de conhecimentos: revisão de conteúdos, procedimentos e orientações diante de alterações em processos, equipamentos, instalações, métodos de trabalho ou requisitos normativos. Nem sempre representa um treinamento completo, pois seu escopo deve ser definido conforme a mudança identificada.
- Capacitação complementar: treinamento direcionado a uma necessidade específica, como uma nova atividade, equipamento, risco ou procedimento de emergência. A necessidade deve ser analisada de acordo com a função e o contexto ocupacional.
Não existe um prazo único de validade ou reciclagem aplicável a todos os treinamentos.
A periodicidade pode depender da Norma Regulamentadora relacionada, da atividade desempenhada, das condições de trabalho, de mudanças operacionais e de critérios técnicos adotados pela organização.
Por isso, a empresa não deve presumir que um certificado antigo atende automaticamente a qualquer situação futura.
Fluxo recomendado para acompanhar a capacitação
- Mapear as funções e atividades: identifique quais trabalhadores executam tarefas críticas, operam equipamentos, acessam áreas específicas ou estão expostos a determinados riscos.
- Relacionar os riscos e as exigências aplicáveis: consulte o PGR, os procedimentos internos e a versão vigente das NRs relacionadas à operação. O inventário de riscos pode ajudar a indicar quais conhecimentos precisam ser desenvolvidos ou reforçados.
- Verificar o histórico individual: confira treinamentos concluídos, certificados, listas de presença, avaliações e eventuais pendências de cada trabalhador.
- Analisar mudanças: registre alterações de função, setor, processo, equipamento, instalação, produto, procedimento ou condição de exposição.
- Definir o escopo: estabeleça se será necessário treinamento inicial, reciclagem, atualização ou capacitação complementar, incluindo conteúdo teórico e, quando aplicável, atividades práticas.
- Realizar e registrar a capacitação: controle participantes, data, conteúdo, responsável, modalidade, avaliação e demais informações exigidas pela norma ou pelo procedimento documental da empresa.
- Revisar os registros: mantenha os documentos acessíveis ao RH, à gestão de Segurança do Trabalho e aos responsáveis pela operação, evitando que o controle fique separado dos demais processos de SST.
Esse fluxo também ajuda a diferenciar uma necessidade real de atualização de uma simples repetição administrativa.
O objetivo não é acumular certificados, mas manter evidências coerentes de que os trabalhadores receberam orientação compatível com suas atividades e riscos.
Checklist: quando revisar a necessidade de capacitação?
- Houve admissão ou início de uma nova função?
- O trabalhador mudou de setor, atividade ou responsabilidade?
- Foram introduzidos equipamentos, máquinas, ferramentas ou tecnologias diferentes?
- O processo produtivo, a instalação ou o procedimento de trabalho foi alterado?
- Houve mudança relevante nos perigos ou riscos ocupacionais identificados?
- O PGR ou outro documento de gestão de riscos foi revisado?
- A Norma Regulamentadora aplicável passou por alteração?
- O trabalhador deixou de executar a atividade por período relevante e precisa retomar conhecimentos?
- Ocorreu incidente, quase acidente ou identificação de falha de compreensão?
- Os registros estão completos, legíveis, atualizados e vinculados às pessoas capacitadas?
- A atividade exige demonstração prática ou verificação de competência?
- A empresa consegue localizar o certificado e o conteúdo correspondente quando necessário?
A resposta positiva a um ou mais itens não define, sozinha, qual treinamento deve ser realizado.
Ela indica um ponto de análise.
A decisão deve considerar a norma aplicável, a avaliação dos riscos, o conteúdo anteriormente ministrado e a orientação de profissional habilitado ou responsável técnico, quando pertinente.
Orientações adicionais
Um certificado tem validade igual para todas as NRs?
Não.
A validade, a necessidade de reciclagem e as condições de atualização devem ser verificadas na NR aplicável e no contexto da atividade.
Também é importante considerar mudanças no trabalho que possam exigir nova capacitação antes de qualquer prazo administrativo.
A reciclagem substitui o treinamento inicial?
Em regra, são finalidades diferentes.
A reciclagem revisa conhecimentos já trabalhados, enquanto o treinamento inicial prepara o trabalhador para começar determinada atividade.
A empresa deve avaliar o histórico e a situação concreta antes de escolher a modalidade.
Toda mudança de função exige um novo treinamento?
Não é possível responder de forma universal.
A mudança deve ser analisada considerando as novas tarefas, os riscos, os equipamentos utilizados e as exigências normativas.
Quando houver diferença relevante entre as atividades, pode ser necessária capacitação adicional.
Como evitar controles desatualizados?
Mantenha uma matriz ou registro interno relacionando trabalhadores, funções, treinamentos, datas, conteúdos e pendências.
Faça revisões quando houver alterações no processo, no quadro de pessoal, no PGR ou nas NRs aplicáveis.
A gestão documental deve permitir localizar a evidência correspondente sem depender apenas da memória dos responsáveis.
A WJR pode atender grupos ou trabalhadores individualmente?
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional informa que atende demandas individuais ou em grupos e adapta os treinamentos conforme a atividade, os riscos e a necessidade de cada empresa.
A definição do escopo, da modalidade e das atualizações necessárias deve ser consultada diretamente com a empresa, considerando o cenário ocupacional e a norma vigente.
Ao organizar treinamentos iniciais, reciclagens e atualizações dessa forma, a empresa conecta a capacitação ao controle de riscos e reduz a possibilidade de manter registros que já não refletem a realidade operacional.
A WJR atua desde 2019 em Saúde e Segurança do Trabalho, com atendimento nacional e soluções adaptadas às necessidades de empresas de diferentes portes.
A avaliação do histórico de capacitações pode ser integrada às demais demandas de SST, conforme o escopo contratado.
Certificados e gestão dos registros de treinamento
O certificado formaliza que uma capacitação foi realizada, mas não representa, sozinho, toda a evidência necessária para demonstrar a organização do processo.
Uma gestão documental consistente também deve permitir identificar quem participou, qual conteúdo foi abordado, em que contexto o treinamento ocorreu e como essa informação pode ser consultada posteriormente.
O que conferir no certificado e nos registros?
Os requisitos podem variar conforme a Norma Regulamentadora aplicável, o tipo de capacitação, a atividade e a política documental da empresa.
Por isso, o RH e os responsáveis pela Segurança e Saúde do Trabalho devem conferir a versão vigente da norma e os critérios específicos antes de considerar o documento completo.
Como checklist inicial, normalmente vale verificar:
- identificação do trabalhador ou participante;
- identificação da empresa ou unidade envolvida;
- nome e finalidade do treinamento;
- conteúdo programático compatível com a capacitação realizada;
- carga horária, quando aplicável;
- data ou período de realização;
- modalidade adotada, como presencial ou online, quando relevante;
- identificação e qualificação do instrutor, conforme a exigência aplicável;
- registro de presença ou participação;
- avaliação de aprendizagem, quando prevista no escopo do treinamento;
- indicação de atividades práticas, quando fizerem parte da capacitação;
- assinatura, validação ou mecanismo de autenticação utilizado;
- orientações sobre atualização, reciclagem ou necessidade de novo treinamento, quando aplicável.
Essa conferência não deve ser feita apenas no momento da emissão.
Alterações de função, processo, equipamento, ambiente ou risco podem exigir a revisão da capacitação e dos registros relacionados.
Certificado não é o mesmo que gestão documental
O certificado é uma parte do conjunto documental.
Para manter rastreabilidade, a empresa precisa relacioná-lo a outros registros, como lista de presença, conteúdo programático, evidências de avaliação, documentos do instrutor quando exigidos e controles internos de capacitação.
Um fluxo organizacional pode seguir estas etapas:
- Identificar a necessidade de treinamento a partir das atividades, dos riscos e das exigências aplicáveis.
- Definir o escopo, os participantes, a modalidade e os registros que deverão ser produzidos.
- Realizar a capacitação e registrar a participação dos trabalhadores.
- Conferir se o conteúdo ministrado corresponde ao treinamento planejado.
- Emitir ou receber os certificados e revisar as informações documentais.
- Armazenar os arquivos em local controlado, com acesso definido para RH e responsáveis pela gestão de SST.
- Relacionar o registro ao trabalhador, à função, à unidade e ao processo correspondente.
- Acompanhar mudanças que possam exigir atualização, reciclagem ou nova capacitação.
- Manter uma rotina de revisão para localizar documentos ausentes, desatualizados ou inconsistentes.
A rastreabilidade é a capacidade de reconstruir o histórico da capacitação com clareza.
Na prática, isso significa conseguir responder qual trabalhador foi treinado, para qual atividade, em qual data, por qual conteúdo e com quais evidências disponíveis.
Um sistema de nomes de arquivos padronizado, pastas organizadas por trabalhador ou unidade e controles de acesso podem contribuir para essa rotina, desde que estejam alinhados à política documental da empresa.
Também é importante evitar o armazenamento isolado de certificados em caixas de e-mail ou dispositivos pessoais.
A organização deve definir responsáveis, cópias de segurança, critérios de atualização e procedimentos para substituição ou correção de documentos.
O acesso deve ser compatível com as responsabilidades de cada área e com os cuidados aplicáveis às informações dos trabalhadores.
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional emite certificados ao final dos treinamentos e também atua com gestão documental e eSocial SST.
Essa integração pode ajudar a empresa a organizar os registros de capacitação junto às demais demandas de Segurança e Saúde do Trabalho.
O escopo documental deve ser confirmado conforme a necessidade da operação e os requisitos aplicáveis.
Integração com outros processos
Os registros de treinamento podem ser consultados em auditorias internas, inspeções, análises de risco e rotinas do RH.
Eles também devem ser coerentes com os processos de gestão de riscos e com as informações ocupacionais mantidas pela empresa.
Isso não significa que o certificado substitua o PGR, o PCMSO, o ASO ou as obrigações relacionadas ao eSocial SST.
Cada processo possui finalidade própria e deve ser tratado de forma integrada, sem confundir suas funções.
Link interno sugerido: página de eSocial SST e gestão documental.
Como não há uma URL informada, o endereço deve ser definido pela equipe responsável pelo site.
Para reduzir falhas, a empresa pode solicitar à WJR a orientação sobre o escopo dos registros, os documentos esperados e a forma de integração com sua rotina de Saúde e Segurança do Trabalho.
A conferência final deve considerar a NR aplicável, a versão normativa vigente e a avaliação dos responsáveis técnicos.
Integração do treinamento com PGR, PCMSO e eSocial SST
A capacitação profissional produz melhores resultados quando está conectada à gestão de riscos ocupacionais, à saúde ocupacional e aos registros da empresa.
Nesse contexto, o treinamento de segurança do trabalho não deve ser tratado como uma ação isolada: ele precisa refletir os perigos identificados, as medidas de prevenção adotadas e as atividades efetivamente realizadas pelos trabalhadores.
O PGR, o PCMSO, o ASO, os treinamentos e o eSocial SST têm funções relacionadas, mas distintas.
Um documento ou processo não substitui automaticamente o outro.
A empresa deve validar o escopo aplicável à sua realidade com os responsáveis técnicos e consultar a versão vigente das Normas Regulamentadoras antes de definir exigências, conteúdos, registros ou procedimentos.
Como os processos se conectam?
PGR → identificação de perigos e avaliação de riscos → definição de medidas de prevenção → necessidade de capacitação
Capacitação → orientação teórica e, quando aplicável, atividade prática → registro dos participantes e dos conteúdos abordados
PCMSO e ASO → acompanhamento da saúde ocupacional conforme os riscos e as diretrizes médicas aplicáveis → informações relacionadas à aptidão ocupacional
Gestão documental → organização de certificados, listas de presença, avaliações e demais evidências → acesso para acompanhamento interno e eventual atendimento a obrigações aplicáveis
eSocial SST → envio ou tratamento das informações exigidas pelos eventos correspondentes, conforme o enquadramento e os processos da empresa
Esse fluxo deve ser analisado como um sistema de gestão.
O PGR ajuda a compreender os riscos e a orientar medidas preventivas; o treinamento prepara os trabalhadores para executar suas atividades com segurança; o PCMSO acompanha aspectos de saúde ocupacional; o ASO registra a avaliação ocupacional pertinente; e o eSocial SST integra informações exigidas pelos processos trabalhistas e previdenciários aplicáveis.
A relação entre eles exige consistência, mas não significa que tenham a mesma finalidade.
Responsabilidades do RH e da gestão de SST
Para manter a integração organizada, RH, gestores e responsáveis por Saúde e Segurança do Trabalho podem dividir responsabilidades de forma coordenada:
- RH: manter o controle dos trabalhadores, funções, movimentações internas e registros documentais relacionados às capacitações.
- Gestores da operação: informar mudanças em atividades, equipamentos, processos, ambientes e condições de trabalho que possam alterar os riscos ou a necessidade de treinamento.
- Responsáveis por SST: avaliar a relação entre perigos, riscos ocupacionais, medidas de controle e capacitações necessárias, considerando a norma aplicável e o cenário real da empresa.
- Profissionais envolvidos no PCMSO: conduzir as avaliações de saúde ocupacional dentro de suas atribuições e considerar as informações ocupacionais pertinentes.
- Instrutor ou fornecedor do treinamento: estruturar o conteúdo conforme o escopo contratado, orientar os participantes e fornecer os registros previstos para a capacitação realizada.
- Empresa: assegurar que os trabalhadores recebam as orientações compatíveis com suas atividades e que os documentos sejam conferidos, armazenados e atualizados.
A responsabilidade não termina com a emissão de um certificado.
É necessário verificar se o conteúdo corresponde à atividade, se os participantes são aqueles que precisam da capacitação, se houve registro adequado e se mudanças posteriores exigem atualização.
Exemplo genérico de fluxo documental
Uma empresa pode organizar o acompanhamento da seguinte forma:
- O levantamento de perigos e riscos ocupacionais indica que determinada função utiliza equipamentos, acessa áreas específicas ou executa atividades com requisitos de segurança próprios.
- A gestão de SST verifica quais orientações e treinamentos são pertinentes, sem presumir que uma única capacitação atenda a todos os cenários.
- O RH e os gestores confirmam quais trabalhadores precisam participar, considerando admissões, mudanças de função, alterações de processo e outras situações relevantes.
- O treinamento é realizado no formato compatível com o conteúdo, os riscos e as exigências aplicáveis, incluindo atividades práticas quando necessárias.
- A empresa confere os registros, como participantes, conteúdo programático, carga horária, instrutor, avaliação e certificado, conforme os requisitos da norma e da política documental adotada.
- Os documentos são armazenados de modo rastreável e ficam disponíveis para o acompanhamento interno.
- Quando houver mudança de risco, equipamento, processo, função ou exigência normativa, a empresa reavalia a necessidade de atualização ou reciclagem.
- As informações pertinentes são alinhadas aos processos de gestão documental, saúde ocupacional e eSocial SST, respeitando as responsabilidades técnicas e os eventos aplicáveis.
Esse fluxo é apenas uma referência educacional.
Os campos documentais, a periodicidade, a necessidade de prática e os procedimentos de envio devem ser confirmados para cada situação, pois não existe um único padrão válido para todas as Normas Regulamentadoras, atividades ou empresas.
Links internos e continuidade da gestão
Na estrutura de conteúdos da empresa, é útil conectar esta orientação a páginas específicas sobre:
- [PGR], para explicar a identificação de perigos, a avaliação de riscos e as medidas de prevenção;
- [PCMSO], para detalhar a relação com o acompanhamento da saúde ocupacional;
- [ASO], para esclarecer a finalidade dos atestados no processo ocupacional;
- [eSocial SST], para orientar sobre a organização das informações relacionadas aos eventos aplicáveis;
- [gestão documental], para apresentar práticas de controle, armazenamento e rastreabilidade dos registros.
Esses links devem direcionar para as páginas correspondentes do site, sem substituir a análise técnica da realidade da empresa.
Também é recomendável verificar se os documentos internos usam informações coerentes entre si, especialmente quanto às funções, riscos, treinamentos realizados e situação ocupacional dos trabalhadores.
Como a WJR pode apoiar a avaliação integrada?
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional atua desde 2019 com soluções de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho e atende empresas em diferentes regiões do Brasil.
Dentro de sua oferta, integra treinamentos de Normas Regulamentadoras a demandas relacionadas ao PGR e ao PCMSO, além de disponibilizar serviços de gestão documental e eSocial SST.
A empresa pode avaliar a necessidade de capacitação conforme a atividade, os riscos e o contexto operacional, com possibilidade de atendimento presencial ou online e realização nas instalações da empresa quando necessário.
Para definir o escopo adequado, a modalidade, os registros e a integração com os demais processos, consulte a WJR sobre as necessidades específicas da sua organização e valide as exigências com os responsáveis técnicos.
Como escolher um parceiro para treinamentos de segurança do trabalho?
A escolha de um fornecedor de treinamentos de segurança do trabalho deve considerar mais do que a disponibilidade de um curso ou a emissão de um certificado.
O parceiro precisa compreender as atividades da empresa, relacionar a capacitação aos riscos ocupacionais e apresentar um escopo compatível com as Normas Regulamentadoras aplicáveis.
A análise também deve considerar a modalidade, a necessidade de atividades práticas, a documentação e a capacidade de acompanhar empresas com operações em diferentes localidades.
Checklist para selecionar o fornecedor
Antes de contratar, verifique se a proposta esclarece:
- Quais NRs serão contempladas e para quais funções ou grupos de trabalhadores.
- Se o conteúdo será adaptado aos riscos, às atividades e aos equipamentos da empresa.
- Se o treinamento é inicial, de reciclagem ou de atualização.
- Qual será a modalidade de entrega: presencial, online ou combinada, quando aplicável.
- Como serão conduzidas as atividades práticas, demonstrações ou avaliações necessárias.
- Quem será responsável pela instrução e como sua qualificação será apresentada.
- Quais registros serão fornecidos, como certificado, lista de presença e conteúdo programático.
- Como a documentação será organizada e disponibilizada ao RH e aos responsáveis pela Segurança do Trabalho.
- Se o fornecedor consegue atender trabalhadores em diferentes unidades ou regiões.
- Como o treinamento poderá se relacionar com o PGR, o PCMSO e os processos de gestão documental.
- Se o escopo proposto será revisado quando houver mudança de função, processo, equipamento ou risco.
- Se a empresa poderá esclarecer previamente quais exigências normativas foram consideradas.
A proposta deve ser suficientemente detalhada para permitir uma comparação por escopo e aderência, não apenas por modalidade ou condição comercial.
Como as exigências podem variar conforme a atividade e a versão vigente de cada norma, é recomendável validar tecnicamente o enquadramento antes da contratação.
Critérios de escopo e personalização
Um parceiro adequado começa pelo diagnóstico da operação.
Esse diagnóstico pode envolver as funções existentes, os ambientes de trabalho, os perigos identificados no PGR, os equipamentos utilizados, as atividades críticas e o histórico de alterações nos processos.
A partir dessas informações, torna-se possível definir quais capacitações são pertinentes e quais trabalhadores devem participar.
A personalização não significa apenas inserir o nome da empresa no material.
Ela deve refletir situações que os trabalhadores reconhecem no cotidiano, orientar medidas preventivas coerentes com a operação e indicar como agir diante dos riscos relacionados à função.
Quando houver exigência de prática, o fornecedor deve explicar como ela será realizada, quais recursos serão necessários e como a participação será registrada.
Também é importante separar treinamentos obrigatórios de ações de conscientização, integração de segurança e DDS.
Essas iniciativas podem contribuir para a cultura preventiva, mas não devem ser tratadas automaticamente como substitutas de uma capacitação exigida por norma.
O escopo final deve ser conferido com base na legislação vigente e na avaliação dos responsáveis técnicos da empresa.
Perguntas frequentes sobre atendimento e modalidades
Uma empresa com colaboradores em várias regiões pode contratar um único parceiro?
Isso depende da capacidade operacional e do escopo oferecido pelo fornecedor.
É importante perguntar como será feito o atendimento das diferentes unidades, a padronização dos registros e o acompanhamento das turmas.
A WJR atua nacionalmente e oferece suporte a empresas com colaboradores em várias regiões do Brasil, com acompanhamento conforme as necessidades apresentadas.
O treinamento online serve para qualquer NR?
Não é possível presumir que uma única modalidade seja adequada para todas as capacitações.
A decisão depende do conteúdo, da exigência aplicável, das condições de participação e da necessidade de atividades práticas.
A empresa deve consultar o fornecedor sobre a compatibilidade do formato online com o treinamento pretendido e com a versão vigente da norma.
O treinamento presencial precisa ocorrer fora da empresa?
Não necessariamente.
A realização nas instalações da própria empresa pode ser considerada quando houver condições adequadas e quando o escopo permitir.
A WJR disponibiliza treinamentos presenciais e online e informa a possibilidade de realizar capacitações nas instalações da empresa quando necessário, sempre conforme a necessidade identificada.
Como avaliar se o certificado é suficiente?
O certificado deve ser conferido em conjunto com os demais registros da capacitação.
Verifique se a documentação apresenta as informações exigidas pela norma aplicável e pela política documental da organização, incluindo participantes, conteúdo, carga horária, instrutor e avaliação, quando pertinentes.
A emissão do certificado não elimina a necessidade de manter evidências organizadas e rastreáveis.
Por que considerar a WJR?
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional atua desde 2019 na área de Saúde e Segurança do Trabalho e atende empresas nacionalmente.
Seu portfólio inclui treinamentos de NR-01, NR-05, NR-06, NR-10 e outras NRs, definidos conforme a atividade, os riscos e a necessidade de cada empresa.
Entre os aspectos informados pela empresa estão a possibilidade de centralizar diferentes NRs em um único parceiro, o atendimento presencial ou online, a realização nas instalações da contratante quando necessário e a condução de demandas individuais ou em grupos.
A WJR também integra os treinamentos a outras demandas, como PGR, PCMSO, gestão documental e eSocial SST.
A organização, a agilidade e o atendimento humanizado fazem parte do posicionamento da WJR, que atende desde pequenos negócios até grandes corporações em setores diversos.
Para empresas com operações distribuídas, o suporte nacional pode facilitar a coordenação das necessidades de capacitação, sem dispensar a análise específica de cada unidade, função e risco.
Próximo passo
Antes de solicitar uma proposta, reúna o PGR ou o inventário de riscos disponível, a relação de funções, as unidades envolvidas, os treinamentos já realizados e as necessidades identificadas pelo RH ou pela área de Segurança do Trabalho.
Em seguida, consulte a WJR para avaliar o escopo adequado, as NRs pertinentes, a modalidade, as atividades práticas, os registros e a integração com os demais processos de Saúde e Segurança do Trabalho.
Para saber mais sobre treinamento de segurança do trabalho
clique aqui e entre em contato por e-mail.
Entre em contato agora mesmo!
Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.
Solicitar contatoPrincipais regiões de atendimento:
- Atendimento realizado em todo o estado de Acre.
- Atendimento realizado em todo o estado de Alagoas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amapá.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amazonas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Bahia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Ceará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Distrito Federal.
- Atendimento realizado em todo o estado de Espírito Santo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Goiás.
- Atendimento realizado em todo o estado de Maranhão.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Minas Gerais.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraíba.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraná.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pernambuco.
- Atendimento realizado em todo o estado de Piauí.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio de Janeiro.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Norte.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rondônia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Roraima.
- Atendimento realizado em todo o estado de Santa Catarina.
- Atendimento realizado em todo o estado de São Paulo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Sergipe.
- Atendimento realizado em todo o estado de Tocantins.