Galeria
Clique nas imagens para ampliar
O que é exame médico ocupacional?
O exame médico ocupacional é uma avaliação clínica projetada para verificar se a saúde do trabalhador é compatível com as atividades que ele exerce ou exercerá.
Considera as exigências da função e os riscos ocupacionais identificados no ambiente de trabalho, contribuindo para uma decisão de aptidão relacionada à atividade profissional.
Em termos objetivos, o exame médico ocupacional analisa a condição de saúde do trabalhador em relação ao trabalho, e não apenas de forma isolada.
A avaliação pode fazer parte dos processos admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de risco ocupacional ou demissional, conforme a situação e as orientações aplicáveis ao acompanhamento ocupacional da empresa.
A principal diferença entre essa avaliação e uma consulta médica comum está no propósito.
Enquanto uma consulta assistencial geralmente busca investigar sintomas, diagnosticar condições ou tratar problemas de saúde, o exame ocupacional tem foco na relação entre a saúde do trabalhador, as exigências da função e os riscos aos quais ele pode estar exposto.
Ele também não equivale a um check-up geral.
A avaliação ocupacional é realizada no contexto do PCMSO e das diretrizes da NR-7, com registro formal por meio do Atestado de Saúde Ocupacional, o ASO.
O exame clínico e o ASO são elementos relacionados, mas não são a mesma coisa: o exame corresponde à avaliação realizada pelo profissional habilitado, enquanto o ASO é o documento que registra a conclusão de aptidão ou inaptidão para a função, conforme o caso.
Na WJR Segurança e Saúde Ocupacional, o serviço de ASO e exames ocupacionais é direcionado a empresas que precisam organizar esse acompanhamento com atendimento humanizado e suporte às demandas de Saúde Ocupacional.
Os atendimentos são realizados na Vila Sônia, em São Paulo, e a empresa também coordena demandas de organizações com colaboradores em diferentes cidades e estados do Brasil.
Qual é a relação entre exame ocupacional, ASO e NR-7?
O que é o atestado de saúde ocupacional?
O Atestado de Saúde Ocupacional, conhecido como ASO, é o documento que registra a conclusão da avaliação clínica ocupacional realizada em relação às atividades e aos riscos presentes na função do trabalhador.
Conforme a situação avaliada, o documento pode indicar a aptidão ou a inaptidão para o exercício daquela função, considerando a análise profissional aplicável ao caso.
Qual é a finalidade documental do ASO?
O ASO formaliza o resultado da avaliação de saúde ocupacional e organiza informações relevantes para o acompanhamento do trabalhador.
Ele também contribui para que a empresa mantenha um processo documentado, alinhado ao PCMSO e às necessidades de monitoramento definidas para suas atividades.
O ASO não é o exame em si.
O exame clínico ocupacional corresponde à avaliação realizada pelo profissional de saúde, enquanto o ASO é o documento que registra a conclusão dessa avaliação.
Por isso, um exame médico ocupacional não deve ser tratado como uma consulta médica comum ou como um check-up sem relação com o trabalho.
Qual é o papel da NR-7?
A NR-7 orienta o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, o PCMSO, que organiza o acompanhamento da saúde dos trabalhadores conforme as características das atividades e os riscos ocupacionais identificados.
Nesse contexto, a avaliação clínica e a emissão do ASO fazem parte de um processo mais amplo de prevenção e monitoramento da saúde no ambiente de trabalho.
A aplicação prática deve considerar as condições de cada organização, as informações do gerenciamento de riscos ocupacionais e a orientação do profissional responsável pelo PCMSO.
Assim, a NR-7 não deve ser interpretada isoladamente nem reduzida à emissão de um documento.
Exame clínico ocupacional e ASO São a mesma coisa?
Não.
O exame clínico ocupacional é a avaliação que considera a saúde do trabalhador em relação às exigências e aos riscos da função.
O ASO é o registro documental da conclusão dessa avaliação.
Portanto, os dois elementos são complementares: o exame fornece a base clínica e o ASO documenta o resultado ocupacional correspondente.
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional realiza a gestão de ASO e exames ocupacionais de forma alinhada às necessidades do PCMSO, com atendimento humanizado e suporte para demandas avulsas ou recorrentes.
Empresas com trabalhadores em diferentes localidades também podem consultar a WJR sobre a coordenação desse processo conforme sua necessidade.
Quais São os tipos de exames ocupacionais?
Os exames ocupacionais são definidos conforme o momento da relação de trabalho e os riscos associados à função.
Eles integram o acompanhamento de Saúde Ocupacional previsto no PCMSO e subsidiam a avaliação clínica que dará origem ao Atestado de Saúde Ocupacional, o ASO.
Os principais tipos são:
Exame admissional
Realizado antes de o trabalhador iniciar suas atividades, o exame admissional verifica se ele está apto para exercer a função considerando as exigências do cargo e os riscos ocupacionais identificados.
A avaliação deve estar alinhada ao PCMSO e às informações fornecidas pela empresa sobre as atividades que serão desempenhadas.
Para o RH, organizar essa etapa antes do início do trabalho ajuda a manter o processo de admissão documentado e conectado às práticas de Saúde e Segurança do Trabalho.
O exame admissional não é um check-up geral: seu objetivo é avaliar a relação entre as condições de saúde do trabalhador e a função que será exercida.
Exame periódico
O exame periódico acompanha a saúde do trabalhador durante o vínculo com a empresa.
Sua realização e periodicidade dependem do planejamento ocupacional, dos riscos existentes, das características da atividade e das orientações estabelecidas no PCMSO.
Além de permitir o acompanhamento clínico ao longo do tempo, essa modalidade ajuda a identificar a necessidade de atenção profissional diante de mudanças relacionadas à saúde ou ao trabalho.
Para empresas com equipes numerosas, um fluxo organizado de exames periódicos facilita o controle das convocações e da documentação ocupacional.
Exame de retorno ao trabalho
O exame de retorno ao trabalho é realizado quando o trabalhador volta às suas atividades após um afastamento, conforme a avaliação ocupacional aplicável ao caso.
O objetivo é verificar sua aptidão para retomar a função, considerando as condições de saúde apresentadas no momento do retorno e as exigências do trabalho.
A análise não deve ser tratada como uma consulta médica comum.
Ela faz parte do acompanhamento ocupacional e deve considerar as informações pertinentes ao afastamento, à atividade exercida e aos riscos relacionados à função, sempre com orientação do profissional responsável.
Exame de mudança de risco ocupacional
Esse exame está relacionado à alteração dos riscos ocupacionais aos quais o trabalhador estará exposto, como pode ocorrer quando há mudança de função, atividade, ambiente ou organização do trabalho.
A avaliação verifica a aptidão para a nova condição ocupacional, de acordo com o PCMSO e com os riscos identificados.
A empresa deve comunicar adequadamente as características da nova atividade para que a avaliação seja compatível com a realidade do trabalho.
Manter os registros atualizados também contribui para integrar a gestão de pessoas, o PCMSO e os demais processos de Saúde e Segurança do Trabalho.
Exame demissional
O exame demissional é realizado no contexto do desligamento do trabalhador, observando as exigências aplicáveis e o planejamento ocupacional da empresa.
Ele permite registrar a avaliação clínica ocupacional relacionada ao encerramento do vínculo, considerando a função exercida e os riscos aos quais o trabalhador esteve exposto.
A necessidade e o momento desse exame devem ser analisados conforme as regras vigentes, o PCMSO, os riscos ocupacionais e a orientação do responsável pela Saúde Ocupacional.
Por isso, o RH deve evitar decisões baseadas apenas em modelos genéricos e manter um fluxo documentado para cada desligamento.
Em todos os casos, o tipo de exame ocupacional não deve ser escolhido isoladamente.
A definição depende da atividade, dos riscos ocupacionais, do PCMSO e da situação do trabalhador.
A WJR realiza a gestão de ASO e exames ocupacionais para atendimentos avulsos ou recorrentes, com atendimento na Vila Sônia, em São Paulo, e coordenação de demandas para empresas com colaboradores em diferentes cidades e estados do Brasil.
Quando cada exame ocupacional deve ser realizado?
Momento do exame admissional
O exame admissional deve ser realizado antes do início das atividades do trabalhador.
Seu objetivo é avaliar, sob a perspectiva ocupacional, se a pessoa apresenta condições compatíveis com as exigências da função e com os riscos identificados para aquele trabalho.
A empresa deve considerar as informações do PCMSO e evitar que o colaborador inicie suas atividades sem a avaliação aplicável e o respectivo ASO.
Acompanhamento periódico conforme riscos e planejamento ocupacional
O exame periódico acompanha a saúde do trabalhador durante o vínculo empregatício.
A frequência não deve ser definida de maneira isolada ou igual para todas as funções, pois depende do planejamento ocupacional, dos riscos existentes, das características das atividades e das orientações previstas no PCMSO.
Para o RH, é importante manter um controle organizado das convocações e observar alterações nas funções, nos ambientes e nos riscos ocupacionais.
Esse acompanhamento favorece a identificação de mudanças relevantes e contribui para uma gestão mais consistente da Saúde e Segurança do Trabalho.
Retorno após afastamento conforme avaliação aplicável
O exame de retorno ao trabalho é considerado quando o trabalhador volta às atividades após um período de afastamento relacionado à saúde.
A avaliação deve considerar a situação apresentada, as exigências da função e as orientações profissionais aplicáveis ao caso.
O objetivo não é apenas registrar o retorno, mas verificar a compatibilidade entre as condições atuais do trabalhador e as atividades que serão retomadas.
Quando necessário, a empresa deve alinhar as informações com o responsável pelo PCMSO e com o profissional de Saúde Ocupacional.
Mudança de risco e desligamento
O exame de mudança de risco ocupacional deve ser avaliado quando houver alteração relevante nas atividades, no ambiente ou na exposição do trabalhador a riscos diferentes.
A análise deve ocorrer considerando a nova realidade ocupacional e o planejamento definido para a função.
Já o exame demissional está relacionado ao encerramento do vínculo de trabalho.
Sua realização deve seguir o PCMSO e a orientação profissional aplicável, considerando as informações ocupacionais do trabalhador e os procedimentos adotados pela empresa.
Em todos os casos, o momento adequado depende da relação entre a função, os riscos ocupacionais, o PCMSO e a avaliação clínica.
Por isso, o RH deve manter comunicação com o serviço de Saúde Ocupacional e consultar a orientação profissional sempre que houver dúvida sobre a modalidade aplicável, especialmente em admissões, afastamentos, mudanças de atividade e desligamentos.
Como funciona a avaliação clínica ocupacional?
A avaliação clínica ocupacional relaciona as condições de saúde do trabalhador às exigências e aos riscos presentes na função.
Seu objetivo não é realizar um check-up genérico, mas oferecer elementos para analisar a aptidão para determinada atividade, considerando as informações ocupacionais aplicáveis e a orientação do profissional de Saúde Ocupacional.
Análise das atividades exercidas
O processo começa pela compreensão do trabalho realizado: tarefas, responsabilidades, condições de execução e exigências físicas ou cognitivas.
Também é importante considerar se o trabalhador atua em ambientes ou situações que demandam atenção específica à saúde ocupacional.
Essa análise ajuda a estabelecer uma relação entre a avaliação clínica e a realidade da função, evitando uma interpretação isolada do estado de saúde.
Consideração dos riscos ocupacionais
A avaliação deve levar em conta os riscos ocupacionais identificados para a atividade e as informações previstas no planejamento de Saúde e Segurança do Trabalho.
Dependendo da função, podem ser relevantes aspectos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos ou relacionados a acidentes.
A definição do que deve ser avaliado deve seguir o contexto ocupacional e as diretrizes aplicáveis ao PCMSO, sem aplicar o mesmo procedimento indistintamente a todos os cargos.
Avaliação de aptidão para a função
Com base na avaliação clínica e nas características do trabalho, o profissional responsável analisa se o trabalhador está apto ou inapto para exercer aquela função nas condições avaliadas.
Essa conclusão é relacionada às exigências e aos riscos ocupacionais identificados, não representando uma declaração geral sobre a saúde da pessoa para qualquer atividade profissional.
Integração entre saúde física, saúde mental e prevenção
A avaliação pode integrar aspectos de saúde física e mental relevantes para o desempenho seguro das atividades, sempre dentro da finalidade ocupacional e da análise profissional aplicável.
Quando bem organizada, contribui para identificar necessidades de acompanhamento, orientar medidas preventivas e apoiar decisões responsáveis de Saúde e Segurança do Trabalho.
Na prática, o fluxo deve ser coordenado com as informações do PCMSO e com os demais documentos ocupacionais da empresa.
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional realiza serviços de ASO e exames ocupacionais com atendimento humanizado e suporte a empresas de diferentes cidades e estados, ajudando o RH a organizar essas demandas de forma integrada às necessidades de cada organização.
Por que o exame médico ocupacional é importante para a empresa e o trabalhador?
Prevenção e monitoramento da saúde
O exame médico ocupacional contribui para acompanhar a saúde do trabalhador em relação às atividades que ele desempenha e aos riscos ocupacionais identificados no ambiente de trabalho.
Sua finalidade não é substituir o cuidado médico habitual, mas apoiar uma avaliação relacionada à capacidade do colaborador para exercer determinada função, conforme as informações do PCMSO e a análise clínica ocupacional aplicável.
Esse acompanhamento pode ocorrer em diferentes momentos do vínculo profissional, como na admissão, periodicamente, no retorno ao trabalho, na mudança de risco ocupacional e no desligamento.
A avaliação organizada permite registrar informações relevantes para a Saúde Ocupacional e orientar medidas de prevenção compatíveis com as condições de trabalho.
Apoio à gestão de saúde e segurança do trabalho
Para a empresa, os exames ocupacionais fazem parte de uma gestão mais ampla, que envolve Saúde Ocupacional, Segurança do Trabalho, PCMSO, PGR e acompanhamento dos riscos associados às funções.
Quando essas frentes conversam entre si, o RH e o Departamento Pessoal conseguem encaminhar as demandas com mais clareza e manter um processo alinhado às necessidades ocupacionais da organização.
O exame, por si só, não elimina riscos nem substitui medidas preventivas no ambiente de trabalho.
Ele integra um conjunto de ações que ajuda a empresa a acompanhar a saúde dos colaboradores e a relacionar as avaliações clínicas às exigências das atividades exercidas.
Processos organizados e menos falhas documentais
A organização dos agendamentos, das informações ocupacionais e dos Atestados de Saúde Ocupacional facilita o controle interno e reduz a possibilidade de esquecimentos, documentos incompletos ou encaminhamentos desconectados do planejamento ocupacional.
A rotina deve considerar o tipo de exame, os riscos da função, as orientações profissionais aplicáveis e os registros necessários para cada situação.
Uma gestão centralizada também pode facilitar o atendimento de empresas com demandas avulsas ou recorrentes, especialmente quando há admissões, desligamentos ou equipes distribuídas em diferentes localidades.
A conferência dos documentos e do fluxo de atendimento deve permanecer sob responsabilidade dos profissionais e da empresa envolvidos no processo.
Comunicação clara com o trabalhador
O trabalhador precisa receber orientações compreensíveis sobre o objetivo da avaliação, o momento do atendimento e a relação entre suas atividades e os riscos ocupacionais considerados.
Uma comunicação humanizada favorece o esclarecimento de dúvidas e evita que o exame seja confundido com um check-up ou uma consulta médica comum.
Também é importante explicar que o resultado da aptidão está relacionado à função avaliada e às condições ocupacionais analisadas.
Dúvidas sobre a avaliação clínica, o ASO ou a necessidade de exames complementares devem ser direcionadas à empresa e ao profissional de Saúde Ocupacional responsável, sem interpretações antecipadas pelo trabalhador ou pelo RH.
Integração entre ASO, PCMSO e demais demandas ocupacionais
A integração entre ASO, PCMSO e outras demandas de Saúde e Segurança do Trabalho ajuda a conectar o atendimento clínico ao planejamento ocupacional da empresa.
Isso proporciona ao RH um fluxo mais estruturado para acompanhar os exames e manter a comunicação com os trabalhadores, sem tratar cada documento como uma tarefa isolada.
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional oferece ASO e exames ocupacionais com atendimento humanizado e ágil, além de apoiar empresas em demandas avulsas ou recorrentes.
Com atendimento na Vila Sônia, em São Paulo, a empresa também coordena demandas de organizações com colaboradores em diferentes cidades e estados do Brasil.
Sua proposta de centralizar necessidades de Saúde e Segurança do Trabalho em um único parceiro pode apoiar a rotina de empresas de construção civil, engenharia, indústria, tecnologia e outros segmentos, sempre conforme as particularidades de cada cliente e as orientações aplicáveis.
Como escolher um serviço de ASO e exames ocupacionais?
A escolha de um serviço de ASO deve considerar mais do que a disponibilidade para realizar exames.
O fornecedor precisa compreender as exigências do PCMSO, os riscos ocupacionais relacionados às funções e a rotina do RH, para que a avaliação clínica e a documentação estejam alinhadas às necessidades da empresa.
Verifique a aderência ao PCMSO
O primeiro critério é confirmar se o serviço trabalha de forma coerente com o PCMSO da organização.
O exame ocupacional deve considerar as atividades exercidas, os riscos identificados e as orientações aplicáveis ao acompanhamento da saúde dos trabalhadores.
Por isso, é importante fornecer ao prestador informações atualizadas sobre cargos, funções, exposições ocupacionais e modalidades de atendimento necessárias.
Também vale esclarecer como são tratados os diferentes tipos de ASO, como admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de risco ocupacional e demissional.
Essa verificação ajuda a evitar solicitações desconectadas do planejamento ocupacional e reduz a possibilidade de falhas na organização documental.
Avalie a capacidade para demandas avulsas ou recorrentes
Empresas podem precisar de atendimentos pontuais, de exames para admissões e desligamentos ou de um fluxo contínuo para equipes numerosas.
Assim, a capacidade de atender demandas avulsas ou recorrentes é um aspecto relevante na contratação.
O ideal é entender previamente como o serviço organiza diferentes volumes, localidades e necessidades do cliente, sem presumir que um modelo único atenderá a todas as operações.
A WJR oferece atendimento para empresas que precisam tanto de serviços ocupacionais avulsos quanto de suporte recorrente.
Sua atuação coordena demandas de colaboradores em diferentes cidades e estados do Brasil, o que pode facilitar a centralização das solicitações de Saúde e Segurança do Trabalho em um único parceiro.
Busque clareza no agendamento e na documentação
Um fluxo claro deve informar quais dados são necessários, como o agendamento é encaminhado, quais documentos devem ser conferidos e de que maneira o ASO é disponibilizado ao RH ou ao Departamento Pessoal.
A comunicação organizada é especialmente importante quando há admissões, desligamentos ou movimentações de trabalhadores em períodos próximos.
Antes da contratação, a empresa pode perguntar como ocorre o acompanhamento das solicitações, quem orienta sobre pendências e como são organizados os registros.
O objetivo não é apenas realizar o exame, mas manter um processo compreensível e compatível com a rotina interna de gestão ocupacional.
Considere o atendimento e a comunicação com o RH
Atendimento humanizado significa ouvir o contexto da empresa, explicar as etapas com clareza e tratar o trabalhador com respeito durante sua jornada.
Para o RH, isso também envolve comunicação ágil, orientação objetiva e disponibilidade para esclarecer dúvidas relacionadas ao fluxo de ASO e exames ocupacionais.
Na WJR, o atendimento humanizado e ágil faz parte da proposta de suporte às empresas.
A experiência da organização em Saúde e Segurança do Trabalho permite estruturar o atendimento de acordo com as necessidades apresentadas por cada cliente, mantendo proximidade na comunicação e atenção às particularidades de diferentes segmentos, como construção civil, engenharia, indústria e tecnologia.
Prefira uma solução integrada
Outro ponto importante é verificar se o serviço pode se conectar a outras necessidades ocupacionais da empresa.
A integração entre ASO, PCMSO, PGR, treinamentos de NRs e gestão documental tende a tornar a rotina mais organizada, desde que cada atividade seja conduzida conforme sua finalidade e orientação técnica aplicável.
A WJR busca centralizar demandas de Saúde e Segurança do Trabalho em um único parceiro, reunindo serviços de ASO e exames ocupacionais, PGR, PCMSO, treinamentos de NRs e gestão documental.
Para empresas que procuram suporte contínuo, essa abordagem pode simplificar a coordenação das atividades e permitir que o RH concentre esforços em suas funções principais.
Como critério final, solicite informações compatíveis com a realidade da organização e confirme previamente o escopo do atendimento, o fluxo de documentação, as localidades envolvidas e o tipo de suporte necessário.
A escolha mais adequada é aquela que combina aderência ao PCMSO, organização operacional, comunicação clara e capacidade de acompanhar as demandas ocupacionais da empresa.
Quando consultar a empresa ou um profissional de saúde ocupacional?
A empresa ou o profissional de Saúde Ocupacional deve ser consultado quando houver dúvida sobre o tipo de exame, o momento de realização, os riscos da função, a documentação necessária ou a relação entre o ASO e o PCMSO.
Também é importante buscar orientação em situações de admissão, acompanhamento periódico, retorno ao trabalho, mudança de risco ocupacional e desligamento.
As informações específicas do caso devem ser confirmadas com o responsável técnico ou com o serviço ocupacional contratado.
Como a WJR pode apoiar empresas com exame médico ocupacional?
A WJR Segurança e Saúde Ocupacional atende empresas de diferentes portes e segmentos, com suporte próximo ao RH, ao Departamento Pessoal e aos responsáveis por SST. O escopo é definido conforme a operação, as localidades atendidas e as necessidades identificadas.
Para avaliar uma demanda de exame médico ocupacional, a empresa pode apresentar suas atividades, documentos e principais dificuldades. A partir dessas informações, a WJR orienta os próximos passos e as soluções aplicáveis ao contexto do cliente.
Perguntas frequentes sobre exame ocupacional e ASO
Exame ocupacional é igual a check-up?
Não.
O exame ocupacional é uma avaliação relacionada ao trabalho, que considera a saúde do trabalhador e os riscos associados às atividades exercidas.
Já o check-up tem finalidade geral de acompanhamento da saúde e não substitui a avaliação ocupacional exigida para determinada função.
O ASO substitui o exame clínico?
Não.
O ASO é o documento que registra a conclusão da avaliação de saúde ocupacional, como a aptidão ou a inaptidão para a função analisada.
O exame clínico ocupacional é a avaliação realizada pelo profissional habilitado; o ASO formaliza seu resultado conforme as informações aplicáveis ao trabalho e ao PCMSO.
Quais São os principais tipos de ASO?
Os principais tipos estão relacionados aos momentos do vínculo profissional: admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de risco ocupacional e demissional.
A necessidade de cada modalidade deve ser analisada conforme a situação do trabalhador, os riscos ocupacionais e o planejamento definido no PCMSO.
O exame considera os riscos da função?
Sim.
A avaliação ocupacional deve relacionar as condições de saúde do trabalhador às exigências e aos riscos identificados na atividade.
Por isso, as informações sobre função, ambiente e exposição ocupacional são importantes para que a conclusão seja adequada ao contexto de trabalho.
A empresa pode organizar exames para equipes de várias localidades?
Pode buscar uma solução com coordenação de atendimentos em diferentes cidades e estados, desde que o fluxo seja organizado de acordo com as necessidades da empresa e os documentos ocupacionais aplicáveis.
A WJR realiza o atendimento na Vila Sônia, em São Paulo, e também coordena demandas de empresas com colaboradores em outras localidades do Brasil.
O RH deve confirmar previamente a disponibilidade e o processo adequado para cada região.
Para saber mais sobre exame médico ocupacional
clique aqui e entre em contato por e-mail.
Entre em contato agora mesmo!
Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.
Solicitar contatoPrincipais regiões de atendimento:
- Atendimento realizado em todo o estado de Acre.
- Atendimento realizado em todo o estado de Alagoas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amapá.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amazonas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Bahia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Ceará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Distrito Federal.
- Atendimento realizado em todo o estado de Espírito Santo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Goiás.
- Atendimento realizado em todo o estado de Maranhão.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Minas Gerais.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraíba.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraná.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pernambuco.
- Atendimento realizado em todo o estado de Piauí.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio de Janeiro.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Norte.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rondônia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Roraima.
- Atendimento realizado em todo o estado de Santa Catarina.
- Atendimento realizado em todo o estado de São Paulo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Sergipe.
- Atendimento realizado em todo o estado de Tocantins.